sexta-feira, 20 de abril de 2012

A Cruz do Amor de Barbara Cartland


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Diversos

1964
Rena Colwell entrou na sala onde o pai costumava escrever os sermões, e foi para a escrivaninha que, no tempo de sua mãe, estava cheia de flores. Era uma linda sala.
Agora, o local parecia abandonado, com o papel de parede rasgado em vários lugares, as cortinas velhas e desbotadas.
Contudo, para Rena continuava sendo o lugar onde ela se sentia feliz e em segurança. Lá, estivera sempre na companhia das pessoas que amava.
Sua mãe morrera antes. A partir do momento em que fora sepultada e que o marido dissera as preces, ele cessara de ser o mesmo homem. Perdera toda a alegria de viver.
Prosseguira com a mesma actividade de pastor da igreja durante meses ainda, visitando os doentes da paróquia, enterrando os mortos. E, acima de tudo, lutando para que os jovens assistissem à cerimónia dominical. Essa sua luta tornava-se mais difícil no verão, quando eles preferiam jogos ao ar livre ou nadar no rio.
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